domingo, 2 de novembro de 2014

Protozoários


        PROTOZOÁRIOS 
 
  
     Protozoário do gênero Leishmania
 
  Os protozoários são seres vivos unicelulares, eucariontes ( possui núcleo organizado) e pertencem ao reino protista. Muitos protozoários vivem livremente na natureza. Alguns porém, associam-se a outros seres vivos. Dentro destes, muitos adotam a vida parasitária atuando como mutualistas ( benefício para ambos ) ou como comensais  ( benefício apenas para o protozoário, sem prejuízo para hospedeiro ).
       Reprodução: maioria dos protozoários apresenta reprodução assexuada; algumas espécies podem se reproduzir sexuadamente.
       Classificação: os protozoários foram classificados segundo o tipo e a presença ou não de elementos especiais de locomoção. São divididos em flagelados, rizópodes, ciliados e esporozoários.
       Flagelados:  apresentam um flagelo que é um longo filamento utilizado para os protozoários se locomoverem. Muitos flagelados têm vida livre. Outros são parasitas e ocasionam doenças no homem. Reproduz por divisão binária e, ao atingir outros tecidos ( por exemplo o cardíaco ) modifica-se e adquire forma esférica provocando graves lesões no órgão afetado. O tripanossomo, a leishmânia e a giárdia são exemplos de flagelados parasitas.
       Rizópodes: Se locomovem e obtêm alimentos através do prolongamento do citoplasma pseudópodes ( falsos pés ). As amebas são os principais representantes dos rizópodes. Algumas são parasitas outros vivem livres. Os pseudópodes servem também para a alimentação da ameba.
       Ciliados: Os ciliados possuem pequenos filamentos em volta do corpo chamado cílios, com os quais se movimentam e capturam alimentos. Um exemplo desse grupo é o Balantidium, um parasita que vive habitualmente no organismo do porco. Outro exemplo é o paramécio, que vive na água doce.
       Esporozoários (apicomplexos): São todos parasitas e não se locomovem. Exemplos: a gregorinas, que habitam o sistema digestório de minhocas, baratas, besouros e piolho-de-cobras. E um dos mais conhecidos é o plasmódio que provoca nos seres humanos a malária.

       Algumas doenças causadas por protozoários

       Amebíase: É adquirido pela ingestão de água ou alimentos contaminados pela ameba Entamoeba histolytica que habita o intestino grosso e se alimenta de glóbulos vermelhos. Causa ulcerações e diarreia e é combatida com o fervimento da água e lavar muito bem as verduras e frutas.
       Doença de Chagas: Causada pelo Trypanosoma cauzi, protozoário que vive no intestino do barbeiro. Vivem em frestas das paredes, chiqueiros e paiol. A noite picam pessoas que dormem e fazem as fezes no mesmo momento e quando o tripanossoma é espalhado é introduzido pelo orifício da picada entra na corrente sanguínea para o coração e pode levar a morte. Substituir casas de barro é uma das maneiras de evitar a doença de chagas.

     
         Leishmaniose: Produz feridas na pele e mucosas do nariz e boca, é provocada pelo Leishmania braziliensis, um protozoário. É transmitida pelo picada do mosquito flebótomo.
        Giardíase: Provocada pela giardia ( Giardia lamblia ), flagelado que parasita o intestino humano, causa fortes diarreias, podendo levar a desidratação. É  transmitida pela água e alimentos contaminados. Evita-se com as mesmas medidas contra a amebíase.
        Malária: É provocada por protozoários do gênero Plasmodium é transmitida através da picada do mosquito anophele, a saliva contaminada transmite o protozoário. Provoca febre muito alta que coincidem com os períodos que os parasitas arrebentam os glóbulos vermelhos, liberando toxinas na corrente sanguínea e pode levar a morte. Pulverizar córregos, lagos e poças da água parada com inseticida é uma das maneiras de combater os mosquitos transmissores.
       
 

 Referências bibliográficas:
Artigo video esquema
Resumo feito baseado no livro didático OS SERES VIVOS de Carlos Barros e no livro BIOLOGIA, volume único, de Armênio Uzunian e Ernesto Birner

Vírus: Ebola

Ebola 
 
Ebola é uma febre grave do tipo hemorrágico transmitida por um vírus do gênero Filovirus, altamente infeccioso, que desenvolve seu ciclo em animais Há cinco espécies diferentes desse vírus, que recebe o nome do local onde foi identificado. Zaire, Bundibugyo, Costa do Marfim, Sudão e Reston. Este último ainda não foi encontrado em humanos.
 
A doença é classificada como uma zoonose. Embora os morcegos frutívoros sejam considerados os prováveis reservatórios naturais do vírus Ebola, ele já foi encontrado em gorilas, chimpanzés, antílopes, porcos e em minúsculos musaranhos. Os especialistas defendem a hipótese de que a transmissão dos animais infectados para os seres humanos ocorre pelo contato com sangue e fluidos corporais, como sêmen, saliva, lágrimas, suor, urina e fezes.

Daí em diante, o vírus Ebola pode ser transmitido pelo contato direto entre as pessoas, pelo uso compartilhado de seringas e, por incrível que pareça, até depois da morte do hospedeiro. Ou ainda, caso o paciente tenha sobrevivido, o vírus Ebola pode persistir ativo em seu sêmen durante semanas. Possivelmente, uma das razões para ser tão mortal e resistente é que libera uma proteína que desabilita o sistema de defesa do organismo.

Surtos de ebola atingiram países da África em 1995, 2000, 2007, mas foram controlados. O surto de 2014 atinge Guiné, Serra Leoa e Libéria e já há casos confirmados na Nigéria. A OMS determinou estado de “emergência sanitária mundial” com o objetivo de conter o vírus e barrar surto de Ebola, o maior de que se tem conhecimento até agora.
 
Oficialmente, só se considera que um surto de ebola chegou ao fim após 42 dias sem nenhum novo caso registrado.

Sintomas
O período de incubação dura de 2 a 21 dias. Os sinais e sintomas variam de um paciente para outro. Metade dos pacientes infectados vão a óbito.
Febre, dor de cabeça muito forte, fraqueza muscular, dor de garganta e nas articulações, calafrios são os primeiros sinais da doença que aparecem de forma abrupta depois de cinco a dez dias do início da infecção pelo vírus Ebola. Com o agravamento do quadro, outros sintomas aparecem: náuseas, vômitos e diarreia (com sangue), garganta inflamada, erupção cutânea, olhos vermelhos, tosse, dor no peito e no estômago, insuficiência renal e hepática. No estágio final da doença, o paciente apresenta hemorragia interna, sangramento pelos olhos, ouvidos, nariz e reto, danos cerebrais e perda de consciência.

 
Diagnóstico
Uma das dificuldades para estabelecer o diagnóstico precoce da doença provocada pelo vírus Ebola é que, no início, os sintomas podem ser confundidos com os de enfermidades como gripe, dengue hemorrágica, febre tifoide e malária. O levantamento da história do paciente, se esteve exposto a situações de risco e o resultado de testes sorológicos (Elisa IgM, PCR) e o isolamento viral são fundamentais para determinar a causa e o agente da infecção.
 
Diante da possibilidade de uma pessoa ter entrado em contato com o vírus Ebola, ela deve ser mantida em isolamento e os serviços de saúde obrigatoriamente notificados.
 
Tratamento
Não existe tratamento específico para combater o vírus Ebola, que infecta adultos e crianças sem distinção. Não existe também uma vacina contra a doença, mas já foi testada uma fórmula em macacos, morcegos e porcos-espinhos que mostrou resultados positivos nesses animais.
 
O único recurso terapêutico contra a infecção causada pelo Ebola é oferecer medidas de suporte, como reposição de fluidos e eletrólitos, hidratação, controle da pressão arterial e dos níveis de oxigenação do sangue, além do tratamento das complicações infecciosas que possam surgir.
 
No Brasil, existem dois centros de referência preparados para tratar pacientes infectados pelo vírus ebola: o Fiocruz, no Rio de Janeiro, e o Hospital Emílio Ribas, em São Paulo.
 
 Prevenção
Não só os agentes de saúde, mas todas as pessoas que precisam aproximar-se de pacientes com caso confirmado de ebola ou suspeita da doença são obrigadas a usar um equipamento de proteção que cobre o corpo da cabeça aos pés e que deve ser retirado com todo o cuidado para evitar contaminação.
 
Recomendações
As seguintes medidas são fundamentais para evitar o contato com o vírus Ebola, como forma de prevenir a infecção e evitar a disseminação da doença; 
  1. Lave as mãos com frequência com água e sabão. Se não for possível, esfregue-as com álcool gel;
  2. Procure não frequentar lugares que facilitem a exposição ao vírus Ebola;
  3. Evite contato com pessoas infectadas. Quanto mais avançada a doença, maior a concentração de vírus e mais fácil o contágio;
  4. Use vestimentas de proteção, como macacões e botas de borracha, aventais, luvas e máscaras descartáveis e protetores oculares, sempre que tiver de lidar com os pacientes. Sob nenhum pretexto reutilize agulhas e seringas. Instrumentos médicos metálicos que serão reaproveitados devem ser esterilizados.
  5. Só coma alimentos exóticos de procedência conhecida;
  6. Lembre que o corpo dos doentes continua oferecendo risco de contágio mesmo depois da morte.                                                        
ebola   
Esquema do vírus ebola.
 

Ciclo de reprodução do vírus ebola.

     

     





    Vírus

    Vírus

    Vírus são organismos acelulares, ou seja, não são constituídos por células mas por uma cápsula proteica que envolve seu material genético, que  pode ser uma molécula de DNA ou RNA ou ainda os dois juntos. Alguns vírus, além da cápsula, possuem um envelope de lipídios que reforça sua proteção.
    Os vírus são parasitas obrigatórios, o que quer dizer que só sobrevivem se estiverem em um organismo, pois se utilizam das organelas das células do hospedeiro para se reproduzir. O vírus infecta a célula, multiplica-se e a destrói, espalhando suas “cópias” para células sadias, onde o processo se repete.

    As infecções por vírus caracterizam enfermidades muito diversas, desde gripes simples até doenças mais graves, como febre amarela, raiva e aids. A forma de contaminação varia. Em muitos casos, o vírus possui um vetor (comumente um mosquito), ou seja, um hospedeiro intermediário que facilita a disseminação da doença. Em outros, o contato com fluidos ou com o próprio ar contaminado funciona como meio de transmissão.
    Como os vírus utilizam células do hospedeiro para se reproduzir, não é fácil matá-lo, portanto a forma mais eficaz de controlar as doenças virais é evitando seu contágio por meio de vacinas e medidas de higiene. O uso indiscriminado de antibióticos, além de ineficaz no tratamento de doenças virais, pode tornar as bactérias resistentes a esses medicamentos. 

    Ciclo Reprodutivo 
    São quatro as fases do ciclo de vida de um vírus:        
    Ciclo de reprodução dos vírus.

    1. Entrada do vírus na célula: ocorre a absorção e fixação do vírus na superfície celular e logo em seguida a penetração através da membrana celular.
    2. Eclipse: um tempo depois da penetração, o vírus fica adormecido e não mostra sinais de sua presença ou atividade.
    3. Multiplicação: ocorre a replicação do ácido nucléico e as sínteses das proteínas do capsídeo. Os ácidos nucléicos e as proteínas sintetizadas se desenvolvem com rapidez, produzindo novas partículas de vírus.
    4. Liberação: as novas partículas de vírus saem para infectar novas células sadias.
                                                                                                                                                                        
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    segunda-feira, 15 de setembro de 2014

    Neurotransmissores

    Resumo:

    Os Neurotransmissores são substâncias químicas liberadas pelos neurônios e utilizadas para a transferência de informações entre eles.

    Os mensageiros químicos liberados pelas células variam entre dois tipos: hormônios secretados diretamente no sangue e neurotransmissores  secretados durante as sinapses que são o ponto de junção do neurônio com outra célula .

    A maior parte dos neurotransmissores encontra-se em três categorias: aminoácidos,  aminas, e peptídeos . Os dois primeiros são moléculas orgânicas apresentando, no mínimo, um átomo de nitrogênio armazenadas e secretadas nas vesículas sinápticas.

    Após sintetizados os neurotransmissores aminoácidos e aminas são transportados para as vesículas sinápticas , liberando seu conteúdo por meio do processo e exocitose e, depois pelo processo de endocitose.

    Os neurotransmissores peptídeos são compostos por grandes moléculas guardadas e liberadas em grânulos secretores.

    Essas substâncias atuam no encéfalo, na medula espinhal, nos nervos periféricos e na junção neuromuscular.

    A amina Acetilcolina é responsável por mediar a sinapse rápida em todas as junções neuromusculares. As transmissões mais lentas de transmissão sináptica no SNC(Sistema 

    Nervoso Central) são medidas por neurotransmissores das três categorias. Para uma substância ser considerada Neurotransmissora, ela deve apresentar quatro características básicas:
    • ·        Deve ser sintetizada no neurônio;
    • ·        Deve ser encontrada na terminação pré – sináptica e secretada em quantidades suficientes para agir no neurônio pós- sináptico ou no órgão efetor;
    • ·        Deve imitar a ação do transmissor endógeno, quando for aplicada exogenamente;
    • ·        Deve apresentar mecanismo específico para sua remoção.



    Por meio dos neurotransmissores pode se enviar informações a outras células e, podem também estimular a continuidade de um impulso ou efetuar a reação final no órgão ou músculo alvo.


    Esquema:

     


    Imagens:

    Diagrama de uma sinapse
    A - Axônio Pré-sináptico.
    B - Fenda Sináptica.
    C - Célula Pós-sináptica. 

    Etapas na síntese dos neuropeptídeos

    A substância P pertence à família das taquicininas (TAC1). Fórmula molecular: C63H98N18O13S. Peso molar: 1347.63 g/mol


    Reportagem / Artigo :



    Video:


    Referencias:

    O sistema cardiovascular

    O sistema circulatório é dividido em sistema cardiovascular e sistema linfático. O sistema cardiovascular é formado pelo coração e pelos vasos sanguíneos. O coração é a bomba propulsora do sangue e os vasos sanguíneos são as vias de transporte. O sistema linfático é composto de órgãos e vasos que participam da defesa do organismo contra doenças. O sistema cardiovascular transporta elementos essenciais para o funcionamento dos tecidos, como gás oxigênio e gás carbônico, hormônios, excretas metabólicas, células de defesa, etc.
    Tipos de sistema circulatório Muitos seres vivos não apresentam um sistema circulatório, como é o caso dos protistas, poríferos, celenterados, platelmintos e nematelmintos.
    Outros não possuem um sistema circulatório verdadeiro, como é o caso dos celenterados e dos equinodermos. Os celenterados possuem um sistema gastrovascular e os equinodermos possuem um sistema ambulacrário, e neste não há liquido sanguíneo.
    Sistema circulatório aberto ou lacunar É o tipo de sistema circulatório dos moluscos e artrópodes. O coração é pouco musculoso e composto por câmaras que bombeiam a hemolinfa, que é um tipo de sangue sem pigmentos. Esta hemolinfa é bombeada por um vaso dorsal e cai em cavidades do corpo do animal onde realiza trocas gasosas e depois é coletado pelos vasos e lacunas, voltando ao coração. Em artrópodes o coração é um tubo muscular longo.
    Esta circulação é chamada de aberta, pois o sangue não circula totalmente dentro dos vasos.
    Circulação fechada Neste tipo de circulação todo o percurso do sangue é realizado dentro dos vasos sanguíneos. É mais evoluída que a circulação simples, o coração é mais musculoso, há capilares, a pressão sanguínea e velocidade do fluxo são maiores e a quantidade de alimento que pode ser transportado por unidade de tempo também é maior. Encontramos este tipo de circulação nos anelídeos e nos vertebrados, e nestes últimos, ela pode ser simples ou dupla.
    Circulação fechada simples Só existe um tipo de sangue, o venoso. Ocorre em vertebrados de respiração branquial – os peixes. O sangue realiza trocas gasosas nas brânquias e retorna ao coração.
    Circulação fechada dupla Neste tipo de circulação há dois tipos de sangue: o sangue venoso e o sangue arterial, pois há circulação pulmonar e circulação sistêmica. Esses dois tipos de sangue nuca saem da rede de vasos sanguíneos.
    Pode ser dividida em completa e incompleta. Quando há mistura dos dois tipos de sangue porque o coração possui menos de quatro câmaras ou a separação destas é incompleta, a circulação é dita incompleta. Se não há mistura dos dois tipos de sangue, ela é dita completa.
    Sistema cardiovascular em humanos Coração
    O coração é uma bomba em forma de cone e se localiza no mediastino, entre os pulmões. Está envolvido em uma dupla membrana chamada pericárdio. Esta membrana pode inflamar e causar pericardite. O coração é formado por músculos e necessita de gás oxigênio para seu funcionamento. Esse suprimento de gás através do sangue pelas artérias.
    Câmaras do coração
    O coração humano é composto de quatro câmaras: 2 átrios e 2 ventrículos. Os átrios estão na região superior do coração e são menores que os ventrículos. Os átrios possuem um septo que os separam, chamado septo interatrial, e os ventrículos são separados pelo septo interventricular.
    Vasos do coração
    O sangue venoso entra no átrio direito pela veia cava inferior e veia cava superior. As quatro veias pulmonares trazem sangue da circulação pulmonar pelo átrio esquerdo. O sangue que sai do coração em direção ao corpo sai pela artéria aorta e o sangue que vai para os pulmões sai pelas artérias pulmonares.
    Valvas do coração (válvulas)
    As valvas servem para direcionar o fluxo sanguíneo pelas câmaras do coração.
    Entre os átrios e ventrículos encontramos as valvas atrioventriculares, também chamadas de bicúspide ou mitral. Estas valvas impedem que o sangue que foi para o ventrículo retorne para o átrio quando há contração.
    As valvas que impedem que o sangue que sai do coração retorne para o ventrículo são chamadas valvas semilunares.
    Tipos de circulação Circulação pulmonar É a circulação no qual o sangue que sai do coração e está rico em gás carbônico é levado até o pulmão, onde é oxigenado e retorna ao coração.
    Circulação sistêmica É o tipo de circulação na qual o sangue oxigenado sai do coração em direção ao corpo, irriga os tecidos onde ocorrem as trocas gasosas e ele volta para o coração rico em gás carbônico.
    Circulação pelo coração O sangue rico em gás carbônico do corpo chega ao coração pelas veias cavas superior e inferior, entrando no átrio direito, que se contrai e envia o sangue para o ventrículo direito, que também se contrai, bombeando este sangue para o pulmão através da artéria pulmonar até a rede de capilares do pulmão onde ocorrerá a troca gasosa. O pulmão recebe o gás carbônico e fornece oxigênio ao sangue, que retorna ao coração pelas veias pulmonares, que entram no átrio esquerdo. O átrio esquerdo bombeia o sangue para o ventrículo esquerdo, que bombeia este sangue rico em oxigênio pela artéria aorta para o corpo, onde vai chegar ate uma rede de capilares que irrigam os tecidos, onde o oxigênio é fornecido ás células e recebe gás carbônico, retornando ao coração pelas veias cavas.








    domingo, 14 de setembro de 2014

    Resumo das Doenças do Sistema Endocrino, Nervoso e Cardiovascular.

    Sistema Endocrino
    • O hipertireoidismo é um problema no qual a glândula da tireoide produz hormônios em excesso. Aqui a glândula é hiperativa, ou seja, trabalha em excesso.
    • Hipotireoidismo é uma condição na qual a glândula tireoide não produz hormônio da tireoide suficiente.
    Sistema Nervoso
    • A esclerose múltipla é uma doença autoimune que afeta o cérebro e a medula espinhal (sistema nervoso central). Isso acontece porque o sistema imunológico do corpo confunde células saudáveis com "intrusas", e as ataca provocando lesões no cérebro. O sistema imune do paciente corrói a bainha protetora que cobre os nervos, conhecida como mielina.
    • O mal de Parkinson é uma doença do cérebro que provoca tremores e dificuldades para caminhar, se movimentar e se coordenar.
    Sistema Cardiovascular
    • Uma arritmia é um distúrbio do batimento ou ritmo cardíaco, como batimento muito rápido, muito lento ou irregular.
    • Um ataque cardíaco ocorre quando o fluxo de sangue que leva ao miocárdio (músculo cardíaco) é bloqueado por um tempo prolongado, de modo que parte do músculo cardíaco seja danificado ou morra. Os médicos chamam isso de infarto do miocárdio.
    fonte: www.minhavida.com.br

    Doença Do Sistema Nervoso: Doença de Parkinson

    Doença de Parkinson 

    Doença neurológica, crônica e progressiva, sem causa conhecida, que atinge o sistema nervoso central e compromete os movimentos. Quanto maior a faixa etária, maior a incidência da doença de Parkinson. De acordo com as estatísticas, na grande maioria dos pacientes, ela surge a partir dos 55, 60 anos e sua prevalência aumenta a partir dos 70, 75 anos.
     Sintomas
    Os sintomas da doença de Parkinson variam de um paciente para o outro. Em geral, no início, eles se apresentam de maneira lenta, insidiosa, e o paciente tem dificuldade de precisar a época em que apareceram pela primeira vez.
    A lentificação dos movimentos e os tremores nas extremidades das mãos, muitas vezes notados apenas pelos amigos e familiares, costumam ser os primeiros sinais da doença. A diminuição do tamanho das letras ao escrever é outra característica importante.
    Outros sintomas podem estar associados ao início da doença: rigidez muscular; acinesia (redução da quantidade de movimentos), distúrbios da fala, dificuldade para engolir, depressão, dores, tontura e distúrbios do sono, respiratórios, urinários.

      Causas
    A principal causa da doença de Parkinson é a morte das células do cérebro, em especial, na área conhecida como substância negra, responsável pela produção de dopamina, um neurotransmissor que, entre outras funções, controla os movimentos.

        Exames
        O médico pode ser capaz de diagnosticar o mal de Parkinson com base nos sintomas e no exame físico. Porém, os sintomas podem ser difíceis de avaliar, principalmente nas pessoas mais velhas. Os sinais (tremores, alterações no tônus muscular, problemas na marcha e postura instável) se tornam mais claros conforme a doença avança.
    Um exame pode mostrar:
    • Dificuldade para começar ou terminar movimentos voluntários
    • Movimentos espasmódicos e rígidos
    • Atrofia muscular
    • Tremores de Parkinson
    • Variação dos batimentos cardíacos

    Os reflexos podem ser normais.
    Podem ser necessários exames para descartar outras doenças que causam sintomas similares.                                        

     Tratamento
    O tratamento pode ser medicamentoso, psicoterápico e até cirúrgico em alguns casos.
    O tratamento medicamentoso é feito à base de drogas neuroprotetoras que visam a evitar a diminuição progressiva de dopamina, neurotransmissor responsável pela transmissão de sinais na cadeia de circuitos nervosos.
    O tratamento psicoterápico ocorre em função da depressão, perda de memória e do aparecimento de demências e pode incluir a prescrição de medicamentos antidepressivos e de outros psicotrópicos.

      Recomendações
    * Procure um médico tão logo perceba um ligeiro tremor nas mãos ou tenha notado que sua letra diminuiu de tamanho (micrografia);
    * Mantenha a atividade intelectual; leia, acompanhe o noticiário
    * Não atribua ao passar dos anos, a perda da expressão facial e o piscar dos olhos menos frequentes;
    * Pratique atividade física. Fazer exercícios físicos regularmente ajuda a preservar a qualidade dos movimentos.


    https://www.youtube.com/watch?v=Ankapx8EJMg&feature=player_detailpage

    minhavida.com.br







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